As “Caixas Pretas” na semiótica de Greimas: Que seus discípulos têm a dizer?

Autores

Palavras-chave:

Greimas, Semiótica, Caixas Pretas

Resumo

O que seus discípulos fizeram de sua semiótica? Este artigo procura responder essa pergunta e mostrar se as “Caixas Pretas” existiram, de fato, na Semiótica de Greimas. Para tanto, recorremos a entrevistas com 12 de seus seguidores de 2013 a 2021. Neste artigo apresentamos a opinião de Ivan Lopes e José Luiz Fiorin e outros teóricos da dita teoria, contrastando opiniões e resgatando a história da semiótica do mestre lituano que deixava em seu dicionário ao lado de Joseph Courtés a possibilidade destas “Caixas Pretas”, por exemplo, na análise do teatro, da ópera, do balé, do circo, das corridas, das competições esportivas e dos espetáculos de ruas. Deste modo, contrastamos o que pensam Fiorin, Lopes e Diana Barros com Nícia Ribas D’Ávila e sua teoria da figuratividade visual, resgatando, desta forma, pesquisas pioneiras como aquelas desenvolvidas por Jean Marrie Floch e Roland Barthes além de outros pesquisadores.  

Biografia do Autor

Valdenildo Santos, UFMS

Professor Pós-Doutor em Languages and Cultures pela Purdue University, West Lafayette, Indiana, Estados Unidos (2016-2018), Doutor em Letras, Filologia e Linguística Portuguesa (Semiótica) pela UNESP, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001), com bolsa Sanduíche CNPq de pesquisa na UNC, University of North Carolina, Chapel Hill, Estados Unidos, Mestre em Comunicação e Poéticas Visuais pela UNESP, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996) e Bacharel em Letras, Inglês e Português pela USC, (1992). Atualmente é professor associado II na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas, atuando na graduação e na Pós-Graduação. Especialista em EMI. É Líder do Grupo de Pesquisa em Ensino e Aprendizado de Línguas e Leituras Semiótica (GEALLES).

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Publicado

2022-07-01

Edição

Seção

Artigos